" Minhas imperfeições e fracassos são como uma bênção de Deus, assim como meus sucessos e meus talentos, e eu coloco ambos a seus pés. "
(Mahatma Gandhi)
10 de janeiro de 2011
7 de janeiro de 2011
"Nossa impaciência, nossa pressa àvida pelo resultado das coisas do jeito que queremos, no tempo que queremos, geralmente altera o sábio fluxo do tempo da vida e o desdobramento costuma não ser lá muito agradável. Não é raro, nós o atribuímos à má sorte, ao carma, ao mau-olhado. Não é raro, culpamos Deus, os outros, os astros, os antepassados. Não é raro, é claro, nós ainda nos achamos cobertos de razão. É fácil lidar com isso? Não é não. Nem um pouco. Esse é um dos capítulos mais difíceis do livro-texto e do caderno de exercícios: o aprendizado do respeito ao sábio tempo das coisas."
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Uma grande amiga me mandou esse texto em depoimento pelo orkut, achei-o bastante intrigante. Afinal quase sempre somos imaturos em relação a vida e os acontecimentos dela. É preciso aprender que há um tempo determinado para todo o propósito abaixo so céu. E como, na maioria das vezes, não aceitamos certos fatos em nossa vida e ficamos sempre procurando o que ou a quem culpar é necessário pedir sabedoria e graça a Deus para entender o Seu Tempo.
6 de janeiro de 2011
Oração aos Moços (fragmento)
“(...) Estudante sou. Nada mais. Mau sabedor, fraco jurista, mesquinho advogado, pouco mais sei do que saber estudar, saber como se estuda, e saber que tenho estudado. Nem isso mesmo sei se saberei bem. Mas, do que tenho logrado saber, o melhor devo às manhãs e madrugadas.(...) Mas, senhores, os que madrugam no ler, convém madrugarem também no pensar. Vulgar é o ler, raro o refletir. O saber não está na ciência alheia, que se absorve, mas, principalmente, nas idéias próprias, que se geram dos conhecimentos absorvidos, mediante a transmutação, por que passam, no espírito que os assimila. Um sabedor não é armário de sabedoria armazenada, mas transformador reflexivo de aquisições digeridas. (...)”
Rui Barbosa, 1920
4 de janeiro de 2011
"Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo; e eu digo a mim mesmo, com um amor cioso, que não existe e não pode existir. Mais do que isto: se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade, e que esta não se acha n'Ele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade".
Fiodor Dostoievski (1821-1881)
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